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Bíblia Católica

domingo, 9 de dezembro de 2007

Obras da Igreja iniciam!!!

Caros amigos,

Antes demais peço desculpa mas tenho publicado as noticias com alguns atrasos devido a factores externos como por exemplo a vida académica. É com orgulho que venho anunciar o início do retomar das obras da nossa igreja. No dia do anuncio, Pe. António fez saber aos que se poderiam opor a este grande passo em frente que a venda em asta publica por licitação em envelope fechado está autorizada pelo bispo da diocese e que o dinheiro das vendas reverterá a favor das obras da igreja sendo que a comissão fabriqueira detem o direito de não venda de qualquer dos terrenos caso o valor da oferta seja inferior ao do estipulado pela diocese. Deste modo está assegurado um gigantesco salto e talx seja esta a marca do final do conservadorismo e do início de uma "open mind" no seio da freguesia. A ver vamos como serão os próximos tempos.

Com os melhores cumprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Órgão da Senhora da Hora

O orgão da Senhora da Hora foi uma oferta da Dona Mariazinha da serração. Teve o valor de 700 euros e foi escolhido por mim. Tem 2 woofers, 2 tweeters w 2 subwoofers. Tem uma grande potência de saída com som de alta fidelidade e é um orgão profissional de teclado curto. Excelente pra a execussão. Mais falarei á medida que descobrir as suas funcionalidades.

Xavier de Sousa Coutinho

sábado, 29 de setembro de 2007

Cristina despede-se do côro e deixa músicos emocionados

Caros leitores,

Apesar da vossa pequena participação com comentários aos artigos publicados neste blog, têm todo o direito de saber o motivo da despedida da nossa Cristina. O ensaio do grupo coral foi alterado pelo padre António de sexta-feira para quinta-feira devido á lectio-divina. A Cristina não tem disponibilidade para se apresentar ás quintas-feiras nos ensaios uma vez que vive no Porto e tal como todos nós tem a sua vida organizada. Assim sendo, hoje, dia 29-9-2007, foi a última missa em que a Cristina se disponibilizou a dirigir o grupo coral, com muita pena nossa... Lamentamos que assim seja e informo também os meus caros leitores que esta opção não é do meu agrado pois também eu estou impossibilitado de frequentar os ensaios á quinta-feira, uma vez que estou a estudar em Leiria e só posso vir á sexta-feira. É com este descontentamento que me despeço pois tenho plena consciência que não é a ausência de 3 ou 4 pessoas que frequentam a leccio-divina que farão a diferença para ensaiar o coro. Penso que ambas as actividades se poderiam manter em funcionamento. Mas se assim foi decidido, pois que seja... Cá nos conformaremos.

Com os melhores cumprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

A difícil missão de um padre!

Caros leitores,

Venho mais uma vez aqui falar das reticências que os fieis colocam á vida de párocos como o que temos e os que já tivemos na nossa freguesia. A missão de um padre é, de facto, difícil! Vejamos o sacrifício que o Pe. António não faz para aturar um organista irreverente como eu. lol A verdade é que enquanto os crentes apenas ouvem um padre na missa de domingo e numa ou noutra á semana, o pároco da freguesia tem de ouvir muitos fieis todos os dias. É certo que nem todos somos iguais. Uns são simpáticos e desejam o bem de todos, outros são como eu que tento se lhe dá como se lhe deu, e outros (mais raros) parece que só querem trazer problemas para o seio da comunidade. é por estas e por outras razões que venho aqui publicar este artigo, não a título de defesa do nosso pároco (embora fosse conveniente depois de um artigo como o que foi escrito pelo "Pe." Mário da Lixa e de outros em tudo semelhantes), porque ele não precisa que o defendam visto que sabe muito bem defender-se sozinho, mas sim para dar a conhecer aos leitores o que o inconsciente dos crentes (e fanáticos) os leva a pensar da vida que qualquer padre da sua freguesia.

Passo a expor:
"Se o padre fala mais de dez minutos é «chato».
Se o padre fala pouco, falta-lhe ciência e cultura.
Se fala alto, grita muito.
Se fala baixo, não se ouve nada e a aparelhagem sonora não presta.
Se tem carro é amigo dos ricos.
Se não tem, devia tê-lo porque anda sempre a incomodar os paroquianos pedindo boleia.
Se visita as famílias, anda a ver se se mete na vida alheia.
Se não visita, é padre da sacristia que não sabe conviver.
Se pede ofertas, vive para o material sempre a pedir dinheiro.
Se não pede, não se preocupa com as obras paroquiais e sociais.
Se atende a pessoas com calma, esquece-se de quem espera.
Se é breve, não liga nada dos problemas do seu povo.
Se trabalha fora, nunca se encontra na igreja.
Se não trabalha, passa o dia sentado á espera das beatas.
Se começa a missa na hora certa, obriga toda a gente a correr.
Se não começa, nunca tem horário.
Se é jovem não tem nenhuma experiência.
Se é velho, já se devia ter aposentado.
Se fala com as mulheres é namorador.
Se não fala, é um complexado a precisar de tratamento psiquiátrico.
Se fala do pecado e confissão,é um antiquado.
Se não fala, é um padre sem fé e sem doutrina.
Se exige preparação para os sacramentos, devia ser mais compreensivo.
Se não exige, é um deixa-correr, que não se preocupa com a formação.
Se usa batina, ainda está no Concílio de Trento.
Se não usa, tem medo de aparecer como padre.
Se manda tocar o sino ao domingo, atrapalha o descanso de toda a gente.
Se não manda, acabou com um costume tão bonito. Por isso o povo não vai á missa.
Se se preocupa com os pobres, é um subversivo.
Se não se preocupa, esqueceu-se do mandamento do amor.
Se fala com os ricos, é aliado do capital.
Se não fala, despreza os que o poderiam ajudar.
Se dinamiza a liturgia, ninguém entende mais a missa que já é teatro.
Se não dinamiza, estas missas mortas afastam os jovens.
Se é transferido, foi pena! Era um bom trabalhador...
Se vem um substituto, agora sim, o que se foi não fez nada.
Se morre, era o melhor padre do mundo.
Um mês após o seu falecimento: Que falta nos faz este padre! Que Deus tenha compaixão de dele e de nós que nem sempre o compreendemos!"

Vejam bem meus amigos, pois o nosso Pe. António é comedido em todos estes aspectos, pois entre os dois pólos encontrou o meio termo, e mesmo assim ele, e com ele toda a paróquia, passa algumas dificuldades.. Se Deus que é Deus não agrada a todos, para quê apontar o dedo ao presente e dar trunfos ao passado? Acordemos para a vida que a morte é certa!

Um abraço,
Xavier de Sousa Coutinho

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Diferentes religações fundidas numa só fé

Caros, leitores,

Gostaria primeiro de esclarecer o conceito de religião para que seja possível compreender a razão pela qual escolhi este título para este artigo. Ora, religião é, nada mais , nada menos , do que uma religação do humano com o divino. Recuemos ao livro do génesis em que Deus criou o mundo assim como todas as coisas. Ao criar Adão e posteriormente Eva, estabelece-se uma relação humano-divina entre Deus e o Homem. Esta relação é "quebrada" (digo-o entre aspas porque a relação de Deus com os homens nunca se quebraria, tal é a misericórdia do Pai para connosco) quando Adão e Eva comem do fruto proibido. Desde então que o homem procura ao longo de toda a sua existência reencontrar-se com Deus. A prova viva aos olhos de todos e aos ouvidos de muitos homens e mulheres de bom coração é a pessoa de Jesus Cristo que, enviado pelo Pai, nasceu, cresceu, e viveu uma vida como a do mais comum dos mortais, provando aos humanos que é possível cumprir na vontade de Deus. Ao longo das suas vivências Jesus mostra que existem vários modos de seguir os seus preceitos. Amar a Deus acima de todas as coisas e o próximo como a nós mesmos resume todos os outros mandamentos. A vida em comunhão numa fé com obras sem que se façam distinções entre pessoas é o caminho mais próximo para nos tornar-mos mais humanos, e por consequência, mais divinos. Assim sendo, Deus não faz distinções entre aqueles que o interpretam desta ou daquela forma desde que cumpram a sua vontade. Chegamos então ao ponto que pretendo dar a conhecer. Existem igrejas autónomas que professam a mesma doutrina e fé, salvaguardada na sua integridade e totalidade pelo Papa. Mas, estas possuem diferentes particularidades histórico-culturais, uma tradição teológica e litúrgica diferentes e uma estrutura e organização territorial separadas, o que não impede que os seguidores destas sejam acolhidos no amor do Pai. No que diz respeito á Igreja, a adjetivação « católica » (que significa universal) tanto é aplicada à Igreja Latina quanto às Igrejas orientais católicas. São muito mais numerosos os fiéis que pertencem à Igreja Latina, mas são igualmente católicos os baptizados em qualquer das Igrejas particulares, de rito diferenciado, mas da mesma fé e comunhão com o Papa.

Com os melhores cumnprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Campo de Trabalho 2007




Caros Leitores,

É com orgulho que venho comunicar o sucesso que teve este campo de trabalho organizado pelo nosso Pe. António e pelo grupo de animadores que com ele participaram na criação dos momentos vividos pelos jovens que connosco estiveram uma semana no seminário dos missionários passionistas em Barroselas (Viana do Castelo).
Digno de destaque é o comportamento do Pe. António e a sua atitude perante os jovens. A proximidade da relação pároco-animadores-jovens provocou um clima de harmonia e boa disposição que tornou possível a criação de fortes laços de amizade. Durante estes dias todos descobrimos que temos uma opinião (muitas vezes não tão positiva) acerca de algumas pessoas que não corresponde á realidade daquilo que elas são. Essa foi a principal descoberta dos jovens junto do Pe. António porque encontraram nele algo mais do que um pároco. Encontraram um amigo no qual podem confiar e com o qual podem contar. Uma palavra para os animadores que se esforçaram na preparação de temas para serem trabalhados pelos jovens e partilhadas as suas conclusões. As reuniões até ás 2:30h foram nada mais nada menos do que a prova do trabalho em equipa feito por todos nós. Uma outra palavra para a secção da cozinha, pois merecem todo o louvor pelas horas que a preparação das refeições e a arrumação pós-refeições demoraram, sobrando pouquíssimo tempo para que fosse possível participarem nas nossas actividades. Já próximo do fim gostaria de felicitar 2 momentos: a caminhada com o momento de reflexão e a celebração do fogo. Foram dois dias marcantes para muitos de nós.
Por fim, uma última palavra aos jovens, pois sem eles nada disto teria feito sentido. São eles a razão do trabalho desempenhado pelos animadores e pelo Pe. António. Esperemos que para o próximo ano sejam mais ainda e que venham com ainda mais vontade de encontrar uns nos outros o caminho da felicidade.


Com os melhores cumprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho

sábado, 21 de julho de 2007

A verdade escrita para aqueles que não a quiseram ou não puderam ouvir

Para os membros do grupo coral e para a comuinidade em geral,

É com alguma desilusão que aqui venho publicar o sucedido no último ensaio (19 - 07 - 2007) na tentativa de expor a verdade dos acontecimentos. Relembro que esta 5ª feira o "Sr." Fernando (dirigente do côro de Sábado pediu á Cristina (nossa dirigente) para falar no final do ensaio a todos os membros. Quando o ensaio acabou o "Sr." Fernando apresentou uma folha da qual foi citando algumas frases da minha autoria, frases estas que disse estarem publicadas neste blog. Meus amigos, é uma mentira pois eu nunca feriría em público a integridade de uma pessoa como o "Sr." Fernando. E a prova que não o fiz é que a folha que o "Sr." Fernando apresentou trata-se de uma conversa particular num IRC da internet (messenger) que eu tive com a Sónia Marisa Gomes a propósito da razão que me levou a afastar do côro por um certo período de tempo.
Como foi essa conversa parar ás mãos do Fernando? Bem, a Sónia decidiu ir ter com a Célia (dirigente do côro de Domingo) para falar sobre as minhas afirmações. A Célia pediu-lhe uma cópia do histórico da conversação e entregou-o ao "Sr." Fernando.
Nessa conversa referi que na missa de Sábado as músicas eram alteradas pelo "Sr." Fernando, no entanto o "Sr." Fernando afirma apenas ter alterado o tom do salmo. Esta é então uma segunda mentira contestada pelos os meus colegas guitarristas e os restantes instrumentos. O "Sr." Fernando referiu ainda que eu e a Cristina tencionavamos fazer uma revolução no grupo coral e criar um grupo jovem para a missa de Sábado e um grupo solene para a missa de domingo comigo a tocar e com a Cristina a ensaiar. É verdade que no dia do Corpo de Deus eu e a Cristina falamos sobre como seria a organização ideal para o nosso côro, mas nunca iriamos impor uma alteração tão radical nesta fase. Tratavam-se de ideias a propôr no futuro. E neste caso o "Sr." Fernando refere que se sente ofendido porque acha que eu o considero a ele e a muita gente do côro, velhos demais para lá estarem. Mas meus amigos, em primeiro lugar todos são bem-vindos, em segundo lugar só fazem falta os que lá estão, e em terceiro lugar porque é que não devemos rejuvenescer a igreja e fomentar nos mais novos a participação activa e dinâmica nas eucaristias? Com esta afirmação, o "Sr." Fernando demonstrou não ser adepto da mudança e referiu não ser cantor de músicas de cancioneiro.
Mas eu já comentei com muita gente o que penso. Acho que deviam existir 2 coros diferentes (um jovem para sábado e um solene para domingo com ensaios separados), 2 estilos diferentes de música, 2 ou mais pessoas a tocar orgão, e 2 pessoas a dirigir (a Cristina e outra pessoa) á semelhança de outras paróquias. E quando me referi exclusivamente ao meu nome e ao da Cristina para desempenharem essas tarefas, mesmo sabendo que ambos não temos disponibilidade, foi porque não encontrei no côro pessoas com mais experiência e competência do que aquela que ambos temos em lidar com grupos corais (e relembro que já ando nisto á 5 anos), não desprezando de forma alguma os nossos músicos. Entre outras coisas que o "Sr." Fernando referiu, e ás quais decidi nem sequer dar importância, foi buscar ao passado um assunto mais que encerrado. No último ponto do seu discurso referiu que no dia 6 de Janeiro de 2007, dia de Reis, eu tinha alterado as músicas da celebração na Senhora da Hora sem a sua autorização. Esta é a terceira e maior mentira que o Fernando proferiu. O que se passou foi que a Professora Filomena Petiz falou-me que iria recriar o Dia de Reis na Capela Senhora da Hora com uma recriação viva do presépio (coisa que não se fez na igreja nova) e pediu-me que escolhesse canticos alegres e bonitos apropriados á situação. Na semana anterior ao dia de reis tirei fotocópias de músicas escolhidas por mim e fiz um ensaio no final da eucaristia com um côro formado a pedido de muitos paroquianos que frequentam a eucaristia na Senhora da Hora (constituido pela Professora Filomena, o Advgogado Sá Pereira e a esposa, entre outros participantes que tudo testemunharam nesse dia). O "Sr." Fernando disse: "Sabes Xavier, eu até ficava, mas tenho de levar a minha mulher a enfeitar á terra dela e depois fica muito tarde para ela cozinhar (...)" E combinamos que ele levaria as músicas para casa (e levou) e passaria em minha casa na sexta feira seguinte para ensaiar (o que não fez). No Dia de Reis, como o "Sr." Fernando não veio a minha casa, eu telefonei a um senhor do côro de caldas de S. Jorge para vir ajudar a cantar nessa celebração, uma vez que o "Sr." Fernando não estava preparado. Ao falar ao Padre António do sucedido referiu-o como se se tratasse de um desconhecido sendo que algum tempo antes já tinham cantado juntos num casamento na Igreja de S. Jorge a pedido desse senhor por meu intermédio. O "Sr." Fernando cantou, portanto, apenas aquilo que lhe dizia respeito, e na semana anterior não demonstrou qualquer forma de pretesto á celebração que iriamos realizar. DEsdo dia de Reis que o "Sr." FErnando mudou a sua forma de estar comigo e, principalmente com os meus pais, e isso não é mentira!!! Só lamento que o "Sr." Fernando considere uma conversa particular com a Sónia como um apunhalamento pelas costas e não considere de igual modo o facto de falar com o Pe. António nos dias seguintes sobre o dia de Reis deturpando a realidade e referindo que eu alterei tudo á última da hora sem aviso prévio, assim como todo o discurso que elaborou e proferiu frente a todo o côro no dia 19 - 07 - 2007 dando a entender que eu publicara neste blog informações contra a sua pessoa, contra os seus actos, e contra a sua palavra. Não desdigo nada do que o "Sr." Fernando citou quanto áquela conversa porque sou um homem livre e pensante com o direito de transmitir aos colegas que mais confio a minha opinião sobre todo e qualquer assunto. Tenho a agradecer ao "Sr." Fernando e a todos aqueles por quem passou a conversa até lhe chegar ás mãos por não terem alterado nada do que eu escrevi. Foi uma prova que afinal têm bastante seriedade. No entanto "Sr." Fernando, apesar de não ser grande em altura, e já ter uma idade, ainda está a tempo decrescer na boa fé e deixar de dar trunfos ao passado. Quando fez o seu discurso de 15 minutos e depois fugiu assim que eu fui tentar justificar-me, teve um acto de cobardia, uma vez que num tribunal são sempre ouvidas ambas as partes. O que faz cá falta não é o permanecer igual, mas sim o fazer melhor. E devia vir cá ao blog para ver que o Xavier não é uma criança que tudo permite, é um adulto em formação e informado que sabe mais do que ver, ouvir, ler e escrever. O Xavier sabe pensar sobre a fé e sobre as formas de a viver e questiona-se como poderá a igreja ser mais perfeita e próxima de Deus. E de certeza que não é com discursos como o que proferiu no dia 19 - 07 - 2007. Aqui não apelo apenas ao sentimento. Apelo também á razão. Por minha parte está encerrado este assunto.
Quanto á atitude da Sónia considero que não entregou a conversa de má fé porque já a conheço há muito tempo e sei que não seria sua intenção prejudicar ninguém. Considero um acto inocente pela parte dela.
Agora quanto á disposição da Célia nesse mesmo dia. Bem, foi a Célia quem pediu uma cópia da conversa privada que tive com a Sónia e depois foi entregá-la ao Fernando. Portanto, esse foi um acto interesseiro e de má fé. Mais! Referir que a reunião que o Pe. António teve com ela, o Fernando e a Cristina era sigilosa é pura mentira, porque se assim fosse, quando o Pe. António veio jantar a minha casa não me teria contado o que se tinha passado nessa reunião. Por fim, fugir antes de eu me justificar referindo que já sabia de tudo há muito tempo foi, á semelhança do "Sr." Fernando um acto de cobardia. Mas por minha parte, també está encerrado este assunto.
E agora que a verdade está reposta resta-me justificar porque razão deixei de tocar na Capela da Senhora da Hora. Ao contrário do que muita gente diz, eu não deixei de tocar na senhora da hora porque me chateei com o "Sr." Fernando, até porque não estou xateado com ninguém, mas sim porque me acusaram de levar equipamento da paróquia para casa (nomeadamente o órgão e os seus constituintes). Quero, portanto, aqui referir que os órgãos que sempre estiveram na Senhora da Hora e os amplificadores e microfones que lá trabalharam ( antes e mesmo depois da comissão fabriqueira lá instalar a aparelhagem que agora lá está) são da minha propriedade, mesmo sabendo que a Capela já foi vítima de uma tentativa de arrombamento. Para além disso dou aulas de piano e orgão ao durante as férias e preciso dos meus teclados. Foram ests as razões que me levaram a retirar o meu material e só voltarei a tocar na Senhora da Hora quando um novo órgão lá for colocado.
Quero também dizer que toda a gente tem acesso a este blog e que o Pe. António tem um histórico de todos os artigos aqui publicados quer por mim, quer por todos os visitantes que participem com comentários. Assim como o Pe. António é também conhecedor de toda a verdade desde as 15:30 do dia 20 - 07 - 2007.
Quanto ao comportamento dos membros do côro, desiludiram-me profundamente por não quererem ouvir um jovem defender-se numa posição de inferioridade porque não tinha um discurso preparado nem esperaria uma tal invasão de privacidade numa conversa privada. Obrigado a todos aqueles a quem esta mensagem vai chegar, pois é sinal que tiveram interesse em aproveitar uma segunda oportunidade para conhecer a verdade. E para aqueles que de mim duvidam tenho apenas uma expressão a dizer: "Não há maior cego no mundo que aquele que não quer ver."
Quero ainda agradecer á Cristina, aos músicos, ao Pe. António e a todos aqueles que em união connosco não nos defendem apenas porque gostam de nós, mas que nos defendem porque têm consciência que a Igreja já tem demasiados conflitos internos, e que não há razão nenhuma para criar ainda mais discórdia. Eu iniciei a minha missão com o Pe. António e esta missão não tem fim, alguém a continuará por mim um dia mais tarde. Daqui em diante a minha função será cumprida na integridade e limitar-me-ei a isso.

Com os melhores cumprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho