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Bíblia Católica

domingo, 9 de dezembro de 2007

Obras da Igreja iniciam!!!

Caros amigos,

Antes demais peço desculpa mas tenho publicado as noticias com alguns atrasos devido a factores externos como por exemplo a vida académica. É com orgulho que venho anunciar o início do retomar das obras da nossa igreja. No dia do anuncio, Pe. António fez saber aos que se poderiam opor a este grande passo em frente que a venda em asta publica por licitação em envelope fechado está autorizada pelo bispo da diocese e que o dinheiro das vendas reverterá a favor das obras da igreja sendo que a comissão fabriqueira detem o direito de não venda de qualquer dos terrenos caso o valor da oferta seja inferior ao do estipulado pela diocese. Deste modo está assegurado um gigantesco salto e talx seja esta a marca do final do conservadorismo e do início de uma "open mind" no seio da freguesia. A ver vamos como serão os próximos tempos.

Com os melhores cumprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Órgão da Senhora da Hora

O orgão da Senhora da Hora foi uma oferta da Dona Mariazinha da serração. Teve o valor de 700 euros e foi escolhido por mim. Tem 2 woofers, 2 tweeters w 2 subwoofers. Tem uma grande potência de saída com som de alta fidelidade e é um orgão profissional de teclado curto. Excelente pra a execussão. Mais falarei á medida que descobrir as suas funcionalidades.

Xavier de Sousa Coutinho

sábado, 29 de setembro de 2007

Cristina despede-se do côro e deixa músicos emocionados

Caros leitores,

Apesar da vossa pequena participação com comentários aos artigos publicados neste blog, têm todo o direito de saber o motivo da despedida da nossa Cristina. O ensaio do grupo coral foi alterado pelo padre António de sexta-feira para quinta-feira devido á lectio-divina. A Cristina não tem disponibilidade para se apresentar ás quintas-feiras nos ensaios uma vez que vive no Porto e tal como todos nós tem a sua vida organizada. Assim sendo, hoje, dia 29-9-2007, foi a última missa em que a Cristina se disponibilizou a dirigir o grupo coral, com muita pena nossa... Lamentamos que assim seja e informo também os meus caros leitores que esta opção não é do meu agrado pois também eu estou impossibilitado de frequentar os ensaios á quinta-feira, uma vez que estou a estudar em Leiria e só posso vir á sexta-feira. É com este descontentamento que me despeço pois tenho plena consciência que não é a ausência de 3 ou 4 pessoas que frequentam a leccio-divina que farão a diferença para ensaiar o coro. Penso que ambas as actividades se poderiam manter em funcionamento. Mas se assim foi decidido, pois que seja... Cá nos conformaremos.

Com os melhores cumprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

A difícil missão de um padre!

Caros leitores,

Venho mais uma vez aqui falar das reticências que os fieis colocam á vida de párocos como o que temos e os que já tivemos na nossa freguesia. A missão de um padre é, de facto, difícil! Vejamos o sacrifício que o Pe. António não faz para aturar um organista irreverente como eu. lol A verdade é que enquanto os crentes apenas ouvem um padre na missa de domingo e numa ou noutra á semana, o pároco da freguesia tem de ouvir muitos fieis todos os dias. É certo que nem todos somos iguais. Uns são simpáticos e desejam o bem de todos, outros são como eu que tento se lhe dá como se lhe deu, e outros (mais raros) parece que só querem trazer problemas para o seio da comunidade. é por estas e por outras razões que venho aqui publicar este artigo, não a título de defesa do nosso pároco (embora fosse conveniente depois de um artigo como o que foi escrito pelo "Pe." Mário da Lixa e de outros em tudo semelhantes), porque ele não precisa que o defendam visto que sabe muito bem defender-se sozinho, mas sim para dar a conhecer aos leitores o que o inconsciente dos crentes (e fanáticos) os leva a pensar da vida que qualquer padre da sua freguesia.

Passo a expor:
"Se o padre fala mais de dez minutos é «chato».
Se o padre fala pouco, falta-lhe ciência e cultura.
Se fala alto, grita muito.
Se fala baixo, não se ouve nada e a aparelhagem sonora não presta.
Se tem carro é amigo dos ricos.
Se não tem, devia tê-lo porque anda sempre a incomodar os paroquianos pedindo boleia.
Se visita as famílias, anda a ver se se mete na vida alheia.
Se não visita, é padre da sacristia que não sabe conviver.
Se pede ofertas, vive para o material sempre a pedir dinheiro.
Se não pede, não se preocupa com as obras paroquiais e sociais.
Se atende a pessoas com calma, esquece-se de quem espera.
Se é breve, não liga nada dos problemas do seu povo.
Se trabalha fora, nunca se encontra na igreja.
Se não trabalha, passa o dia sentado á espera das beatas.
Se começa a missa na hora certa, obriga toda a gente a correr.
Se não começa, nunca tem horário.
Se é jovem não tem nenhuma experiência.
Se é velho, já se devia ter aposentado.
Se fala com as mulheres é namorador.
Se não fala, é um complexado a precisar de tratamento psiquiátrico.
Se fala do pecado e confissão,é um antiquado.
Se não fala, é um padre sem fé e sem doutrina.
Se exige preparação para os sacramentos, devia ser mais compreensivo.
Se não exige, é um deixa-correr, que não se preocupa com a formação.
Se usa batina, ainda está no Concílio de Trento.
Se não usa, tem medo de aparecer como padre.
Se manda tocar o sino ao domingo, atrapalha o descanso de toda a gente.
Se não manda, acabou com um costume tão bonito. Por isso o povo não vai á missa.
Se se preocupa com os pobres, é um subversivo.
Se não se preocupa, esqueceu-se do mandamento do amor.
Se fala com os ricos, é aliado do capital.
Se não fala, despreza os que o poderiam ajudar.
Se dinamiza a liturgia, ninguém entende mais a missa que já é teatro.
Se não dinamiza, estas missas mortas afastam os jovens.
Se é transferido, foi pena! Era um bom trabalhador...
Se vem um substituto, agora sim, o que se foi não fez nada.
Se morre, era o melhor padre do mundo.
Um mês após o seu falecimento: Que falta nos faz este padre! Que Deus tenha compaixão de dele e de nós que nem sempre o compreendemos!"

Vejam bem meus amigos, pois o nosso Pe. António é comedido em todos estes aspectos, pois entre os dois pólos encontrou o meio termo, e mesmo assim ele, e com ele toda a paróquia, passa algumas dificuldades.. Se Deus que é Deus não agrada a todos, para quê apontar o dedo ao presente e dar trunfos ao passado? Acordemos para a vida que a morte é certa!

Um abraço,
Xavier de Sousa Coutinho

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Diferentes religações fundidas numa só fé

Caros, leitores,

Gostaria primeiro de esclarecer o conceito de religião para que seja possível compreender a razão pela qual escolhi este título para este artigo. Ora, religião é, nada mais , nada menos , do que uma religação do humano com o divino. Recuemos ao livro do génesis em que Deus criou o mundo assim como todas as coisas. Ao criar Adão e posteriormente Eva, estabelece-se uma relação humano-divina entre Deus e o Homem. Esta relação é "quebrada" (digo-o entre aspas porque a relação de Deus com os homens nunca se quebraria, tal é a misericórdia do Pai para connosco) quando Adão e Eva comem do fruto proibido. Desde então que o homem procura ao longo de toda a sua existência reencontrar-se com Deus. A prova viva aos olhos de todos e aos ouvidos de muitos homens e mulheres de bom coração é a pessoa de Jesus Cristo que, enviado pelo Pai, nasceu, cresceu, e viveu uma vida como a do mais comum dos mortais, provando aos humanos que é possível cumprir na vontade de Deus. Ao longo das suas vivências Jesus mostra que existem vários modos de seguir os seus preceitos. Amar a Deus acima de todas as coisas e o próximo como a nós mesmos resume todos os outros mandamentos. A vida em comunhão numa fé com obras sem que se façam distinções entre pessoas é o caminho mais próximo para nos tornar-mos mais humanos, e por consequência, mais divinos. Assim sendo, Deus não faz distinções entre aqueles que o interpretam desta ou daquela forma desde que cumpram a sua vontade. Chegamos então ao ponto que pretendo dar a conhecer. Existem igrejas autónomas que professam a mesma doutrina e fé, salvaguardada na sua integridade e totalidade pelo Papa. Mas, estas possuem diferentes particularidades histórico-culturais, uma tradição teológica e litúrgica diferentes e uma estrutura e organização territorial separadas, o que não impede que os seguidores destas sejam acolhidos no amor do Pai. No que diz respeito á Igreja, a adjetivação « católica » (que significa universal) tanto é aplicada à Igreja Latina quanto às Igrejas orientais católicas. São muito mais numerosos os fiéis que pertencem à Igreja Latina, mas são igualmente católicos os baptizados em qualquer das Igrejas particulares, de rito diferenciado, mas da mesma fé e comunhão com o Papa.

Com os melhores cumnprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Campo de Trabalho 2007




Caros Leitores,

É com orgulho que venho comunicar o sucesso que teve este campo de trabalho organizado pelo nosso Pe. António e pelo grupo de animadores que com ele participaram na criação dos momentos vividos pelos jovens que connosco estiveram uma semana no seminário dos missionários passionistas em Barroselas (Viana do Castelo).
Digno de destaque é o comportamento do Pe. António e a sua atitude perante os jovens. A proximidade da relação pároco-animadores-jovens provocou um clima de harmonia e boa disposição que tornou possível a criação de fortes laços de amizade. Durante estes dias todos descobrimos que temos uma opinião (muitas vezes não tão positiva) acerca de algumas pessoas que não corresponde á realidade daquilo que elas são. Essa foi a principal descoberta dos jovens junto do Pe. António porque encontraram nele algo mais do que um pároco. Encontraram um amigo no qual podem confiar e com o qual podem contar. Uma palavra para os animadores que se esforçaram na preparação de temas para serem trabalhados pelos jovens e partilhadas as suas conclusões. As reuniões até ás 2:30h foram nada mais nada menos do que a prova do trabalho em equipa feito por todos nós. Uma outra palavra para a secção da cozinha, pois merecem todo o louvor pelas horas que a preparação das refeições e a arrumação pós-refeições demoraram, sobrando pouquíssimo tempo para que fosse possível participarem nas nossas actividades. Já próximo do fim gostaria de felicitar 2 momentos: a caminhada com o momento de reflexão e a celebração do fogo. Foram dois dias marcantes para muitos de nós.
Por fim, uma última palavra aos jovens, pois sem eles nada disto teria feito sentido. São eles a razão do trabalho desempenhado pelos animadores e pelo Pe. António. Esperemos que para o próximo ano sejam mais ainda e que venham com ainda mais vontade de encontrar uns nos outros o caminho da felicidade.


Com os melhores cumprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho

sábado, 21 de julho de 2007

A verdade escrita para aqueles que não a quiseram ou não puderam ouvir

Para os membros do grupo coral e para a comuinidade em geral,

É com alguma desilusão que aqui venho publicar o sucedido no último ensaio (19 - 07 - 2007) na tentativa de expor a verdade dos acontecimentos. Relembro que esta 5ª feira o "Sr." Fernando (dirigente do côro de Sábado pediu á Cristina (nossa dirigente) para falar no final do ensaio a todos os membros. Quando o ensaio acabou o "Sr." Fernando apresentou uma folha da qual foi citando algumas frases da minha autoria, frases estas que disse estarem publicadas neste blog. Meus amigos, é uma mentira pois eu nunca feriría em público a integridade de uma pessoa como o "Sr." Fernando. E a prova que não o fiz é que a folha que o "Sr." Fernando apresentou trata-se de uma conversa particular num IRC da internet (messenger) que eu tive com a Sónia Marisa Gomes a propósito da razão que me levou a afastar do côro por um certo período de tempo.
Como foi essa conversa parar ás mãos do Fernando? Bem, a Sónia decidiu ir ter com a Célia (dirigente do côro de Domingo) para falar sobre as minhas afirmações. A Célia pediu-lhe uma cópia do histórico da conversação e entregou-o ao "Sr." Fernando.
Nessa conversa referi que na missa de Sábado as músicas eram alteradas pelo "Sr." Fernando, no entanto o "Sr." Fernando afirma apenas ter alterado o tom do salmo. Esta é então uma segunda mentira contestada pelos os meus colegas guitarristas e os restantes instrumentos. O "Sr." Fernando referiu ainda que eu e a Cristina tencionavamos fazer uma revolução no grupo coral e criar um grupo jovem para a missa de Sábado e um grupo solene para a missa de domingo comigo a tocar e com a Cristina a ensaiar. É verdade que no dia do Corpo de Deus eu e a Cristina falamos sobre como seria a organização ideal para o nosso côro, mas nunca iriamos impor uma alteração tão radical nesta fase. Tratavam-se de ideias a propôr no futuro. E neste caso o "Sr." Fernando refere que se sente ofendido porque acha que eu o considero a ele e a muita gente do côro, velhos demais para lá estarem. Mas meus amigos, em primeiro lugar todos são bem-vindos, em segundo lugar só fazem falta os que lá estão, e em terceiro lugar porque é que não devemos rejuvenescer a igreja e fomentar nos mais novos a participação activa e dinâmica nas eucaristias? Com esta afirmação, o "Sr." Fernando demonstrou não ser adepto da mudança e referiu não ser cantor de músicas de cancioneiro.
Mas eu já comentei com muita gente o que penso. Acho que deviam existir 2 coros diferentes (um jovem para sábado e um solene para domingo com ensaios separados), 2 estilos diferentes de música, 2 ou mais pessoas a tocar orgão, e 2 pessoas a dirigir (a Cristina e outra pessoa) á semelhança de outras paróquias. E quando me referi exclusivamente ao meu nome e ao da Cristina para desempenharem essas tarefas, mesmo sabendo que ambos não temos disponibilidade, foi porque não encontrei no côro pessoas com mais experiência e competência do que aquela que ambos temos em lidar com grupos corais (e relembro que já ando nisto á 5 anos), não desprezando de forma alguma os nossos músicos. Entre outras coisas que o "Sr." Fernando referiu, e ás quais decidi nem sequer dar importância, foi buscar ao passado um assunto mais que encerrado. No último ponto do seu discurso referiu que no dia 6 de Janeiro de 2007, dia de Reis, eu tinha alterado as músicas da celebração na Senhora da Hora sem a sua autorização. Esta é a terceira e maior mentira que o Fernando proferiu. O que se passou foi que a Professora Filomena Petiz falou-me que iria recriar o Dia de Reis na Capela Senhora da Hora com uma recriação viva do presépio (coisa que não se fez na igreja nova) e pediu-me que escolhesse canticos alegres e bonitos apropriados á situação. Na semana anterior ao dia de reis tirei fotocópias de músicas escolhidas por mim e fiz um ensaio no final da eucaristia com um côro formado a pedido de muitos paroquianos que frequentam a eucaristia na Senhora da Hora (constituido pela Professora Filomena, o Advgogado Sá Pereira e a esposa, entre outros participantes que tudo testemunharam nesse dia). O "Sr." Fernando disse: "Sabes Xavier, eu até ficava, mas tenho de levar a minha mulher a enfeitar á terra dela e depois fica muito tarde para ela cozinhar (...)" E combinamos que ele levaria as músicas para casa (e levou) e passaria em minha casa na sexta feira seguinte para ensaiar (o que não fez). No Dia de Reis, como o "Sr." Fernando não veio a minha casa, eu telefonei a um senhor do côro de caldas de S. Jorge para vir ajudar a cantar nessa celebração, uma vez que o "Sr." Fernando não estava preparado. Ao falar ao Padre António do sucedido referiu-o como se se tratasse de um desconhecido sendo que algum tempo antes já tinham cantado juntos num casamento na Igreja de S. Jorge a pedido desse senhor por meu intermédio. O "Sr." Fernando cantou, portanto, apenas aquilo que lhe dizia respeito, e na semana anterior não demonstrou qualquer forma de pretesto á celebração que iriamos realizar. DEsdo dia de Reis que o "Sr." FErnando mudou a sua forma de estar comigo e, principalmente com os meus pais, e isso não é mentira!!! Só lamento que o "Sr." Fernando considere uma conversa particular com a Sónia como um apunhalamento pelas costas e não considere de igual modo o facto de falar com o Pe. António nos dias seguintes sobre o dia de Reis deturpando a realidade e referindo que eu alterei tudo á última da hora sem aviso prévio, assim como todo o discurso que elaborou e proferiu frente a todo o côro no dia 19 - 07 - 2007 dando a entender que eu publicara neste blog informações contra a sua pessoa, contra os seus actos, e contra a sua palavra. Não desdigo nada do que o "Sr." Fernando citou quanto áquela conversa porque sou um homem livre e pensante com o direito de transmitir aos colegas que mais confio a minha opinião sobre todo e qualquer assunto. Tenho a agradecer ao "Sr." Fernando e a todos aqueles por quem passou a conversa até lhe chegar ás mãos por não terem alterado nada do que eu escrevi. Foi uma prova que afinal têm bastante seriedade. No entanto "Sr." Fernando, apesar de não ser grande em altura, e já ter uma idade, ainda está a tempo decrescer na boa fé e deixar de dar trunfos ao passado. Quando fez o seu discurso de 15 minutos e depois fugiu assim que eu fui tentar justificar-me, teve um acto de cobardia, uma vez que num tribunal são sempre ouvidas ambas as partes. O que faz cá falta não é o permanecer igual, mas sim o fazer melhor. E devia vir cá ao blog para ver que o Xavier não é uma criança que tudo permite, é um adulto em formação e informado que sabe mais do que ver, ouvir, ler e escrever. O Xavier sabe pensar sobre a fé e sobre as formas de a viver e questiona-se como poderá a igreja ser mais perfeita e próxima de Deus. E de certeza que não é com discursos como o que proferiu no dia 19 - 07 - 2007. Aqui não apelo apenas ao sentimento. Apelo também á razão. Por minha parte está encerrado este assunto.
Quanto á atitude da Sónia considero que não entregou a conversa de má fé porque já a conheço há muito tempo e sei que não seria sua intenção prejudicar ninguém. Considero um acto inocente pela parte dela.
Agora quanto á disposição da Célia nesse mesmo dia. Bem, foi a Célia quem pediu uma cópia da conversa privada que tive com a Sónia e depois foi entregá-la ao Fernando. Portanto, esse foi um acto interesseiro e de má fé. Mais! Referir que a reunião que o Pe. António teve com ela, o Fernando e a Cristina era sigilosa é pura mentira, porque se assim fosse, quando o Pe. António veio jantar a minha casa não me teria contado o que se tinha passado nessa reunião. Por fim, fugir antes de eu me justificar referindo que já sabia de tudo há muito tempo foi, á semelhança do "Sr." Fernando um acto de cobardia. Mas por minha parte, també está encerrado este assunto.
E agora que a verdade está reposta resta-me justificar porque razão deixei de tocar na Capela da Senhora da Hora. Ao contrário do que muita gente diz, eu não deixei de tocar na senhora da hora porque me chateei com o "Sr." Fernando, até porque não estou xateado com ninguém, mas sim porque me acusaram de levar equipamento da paróquia para casa (nomeadamente o órgão e os seus constituintes). Quero, portanto, aqui referir que os órgãos que sempre estiveram na Senhora da Hora e os amplificadores e microfones que lá trabalharam ( antes e mesmo depois da comissão fabriqueira lá instalar a aparelhagem que agora lá está) são da minha propriedade, mesmo sabendo que a Capela já foi vítima de uma tentativa de arrombamento. Para além disso dou aulas de piano e orgão ao durante as férias e preciso dos meus teclados. Foram ests as razões que me levaram a retirar o meu material e só voltarei a tocar na Senhora da Hora quando um novo órgão lá for colocado.
Quero também dizer que toda a gente tem acesso a este blog e que o Pe. António tem um histórico de todos os artigos aqui publicados quer por mim, quer por todos os visitantes que participem com comentários. Assim como o Pe. António é também conhecedor de toda a verdade desde as 15:30 do dia 20 - 07 - 2007.
Quanto ao comportamento dos membros do côro, desiludiram-me profundamente por não quererem ouvir um jovem defender-se numa posição de inferioridade porque não tinha um discurso preparado nem esperaria uma tal invasão de privacidade numa conversa privada. Obrigado a todos aqueles a quem esta mensagem vai chegar, pois é sinal que tiveram interesse em aproveitar uma segunda oportunidade para conhecer a verdade. E para aqueles que de mim duvidam tenho apenas uma expressão a dizer: "Não há maior cego no mundo que aquele que não quer ver."
Quero ainda agradecer á Cristina, aos músicos, ao Pe. António e a todos aqueles que em união connosco não nos defendem apenas porque gostam de nós, mas que nos defendem porque têm consciência que a Igreja já tem demasiados conflitos internos, e que não há razão nenhuma para criar ainda mais discórdia. Eu iniciei a minha missão com o Pe. António e esta missão não tem fim, alguém a continuará por mim um dia mais tarde. Daqui em diante a minha função será cumprida na integridade e limitar-me-ei a isso.

Com os melhores cumprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho

Pedantismo exacerbado do Padre Mario da Lixa e dos seus influentes

Caros leitores,

É com tristeza e alguma revolta que na 166ª edição de Julho / Setembro 2007 do Jornal Fraternizar li um artigo entitulado de "Paganismo CAtólico Regressa a São João de Ver". Quero, meus caros, alertar para o carácter exacerbadamente pedantesco que têm as afirmações proferidas pelo Padre Mário da Lixa neste artigo. É verdade que a festa de S. João, assim como muitas outras que já referi neste blog, teve origem pagã, mas não podemos considerar paganismo a comemoração de uma festa cristianizada pela igreja há muitos anos atrás!
Outro ponto será o ataque directo ás atitudes tomadas pelo nosso pároco Pe António que são consideradas pelo Pe Mario da Lixa como mecanismos de controlo social. De destacar ainda que em todas as suas intervenções, o Pe Mário referiu apenasquilo que lhe convinha. Esqueceu-se de referir movimentos como a Lectio Divina (o estudo das leituras bíblicas), a união para ajudar os trabalhadores desempregados da Rhode, a publicação trimestral das receitas e despesas da paróquia e o carácter acessível, exigente, e tolerante do nosso pároco face ao anterior. É também verdade que o mais comum dos cidadãos não conhece o referido no Concílio do Vaticano II, bem como a Constituição Lumen Gentium, mas mais importante que esse conhecimento é o carácter vergonhoso de publicar este género de artigos num jornal. Onde está o amor ao próximo? Porque faz ascensão e distinção de pessoas? Não é Deus aquele que nos julgará segundo os nossos pensamentos, actos e palavras? O que ganha o Pe Mario da Lixa com semelhante discurso argumentativo?

Xavier de Sousa Coutinho

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Orientações sobre a postura de um côro

«Em primeiro lugar, os músicos devem ter sempre em mente que são parte da assembléia. Por isso, não devem tocar nem cantar "para" a assembléia, mas "com" a assembléia. Seu papel (isto é, tocando e cantando "com" o povo presente) é dar apoio à assembléia centrada naquilo que se celebra na liturgia. O centro (no caso da missa) é a mesa da Palavra e o altar, a Palavra proclamada e o sacrifício de Cristo. Por isso, junto com a assembléia, os músicos celebrem (tocando e cantando) aquilo que acontece na mesa da Palavra e no altar do Senhor. E não outra coisa!

Conseqüentemente, que os músicos toquem e cantem (como a assembléia faz) com a atenção voltada para a Palavra e para o altar. Por isso, fiquem mais voltados para este centro de atenção, e não simplesmente "de frente" para a assembléia (como se estivessem tocando e cantando "para" o povo). Importantíssimo: os músicos tomem muito cuidado para não "roubar a cena" do mistério que se celebra na mesa da Palavra e na mesa da Eucaristia. Sua atuação deve antes "convergir" e levar a "convergir" para este centro. O estilo show "rouba a cena" (tira a atenção!) daquilo que é central na celebração. Isso não deve acontecer.

O mistério de Deus é o mais importante. E mais: cantem e toquem músicas que "batem" realmente com a ação litúrgica que se realiza e com o momento (e época) da celebração. Não é qualquer música, só porque é "bonita"... Como diz o Concílio, tem que ser música que esteja "intimamente ligada com a ação que se realiza". E ainda: dentro do princípio de que a música deve estar intimamente ligada à ação litúrgica, quando termina a ação, cessa também a música. Finda a procissão de entrada, ou de ofertório, ou de comunhão, pára também a música. Nada de "espichar" o canto com as restantes estrofes que sobram.

Pois a finalidade da música sacra é acompanhar (solenizar) a ação litúrgica, celebrando o mistério. Outra coisa muito importante: evitem fazer muito barulho! Já está mais que provado: o mistério de Deus, a gente o sente é na suavidade, na calma, na serenidade, no silêncio. Por isso, os músicos - na arte de tocar e cantar - devem deixar, em primeiro lugar, o mistério de Deus "aparecer"! E é no silêncio que ele se manifesta. Por isso, privilegiem a maneira suave e silenciosa de tocar e cantar. Enfim, uma última sugestão: a música litúrgica deve ter sempre um caráter orante. Por isso, os músicos devem cantar e tocar na liturgia com espírito de oração. Orando! Sua música deve ser oração em forma de sons e acordes. Canto, sons, e acordes, tudo oração.»


Quero mais uma vez agradecero apoio que o Frei José Ariovaldo da Silva tem dado a tantas paróquias que se esquecem de que o centro da elebração não são os homens mas sim Cristo.


Xavier de Sousa Coutinho

Cantar a missa ou cantar na missa?

«Quando uma música é litúrgica ou não? Quem nos responde é o próprio Concílio Vaticano II, em 1963. Há 40 anos, portanto. No capítulo VI da Constituição sobre a Sagrada Liturgia, dedicado à música sacra, o Concílio nos ensina o seguinte: "A música sacra será tanto mais santa quanto mais intimamente estiver ligada à ação litúrgica, quer exprimindo mais suavemente a oração, quer favorecendo a unanimidade, quer, enfim, dando maior solenidade aos ritos sagrados" (n.º 112). Como se vê, o Concílio diz que a música sacra será tanto mais santa, isto é, litúrgica, "quanto mais intimamente estiver ligada à ação litúrgica".

Este é o critério fundamental para discernir se uma música é litúrgica ou não. Em outras palavras, ela (a música) é litúrgica quando está a serviço do mistério de Deus que se celebra na liturgia. Vamos repetir: a música é litúrgica na medida em que estiver intimamente ligada à ação litúrgica. E, no caso da missa, o que é uma ação litúrgica? São as diferentes ações que se realizam para celebrar o mistério de Deus em Cristo: procissões (entrada, ofertório, comunhão), ritos iniciais, proclamação da Palavra, proclamação da Oração Eucarística, comunhão, despedida, etc.

Então, uma música é litúrgica na medida em que expressar o mistério de Deus celebrado em cada uma dessas ações, sem esquecer também do tempo em que estamos (Advento, Natal, Quaresma, Tempo Pascal, Tempo Comum, Festa especial do Senhor, de Maria ou outro santo). Por exemplo, qual é o mistério de Deus que celebramos no momento de iniciar a celebração? É o mistério do Deus que nos acolhe em sua casa, nos reúne em comunidade (em assembléia) para nos comunicar sua Boa Nova e sua Vida, na Palavra proclamada e na Eucaristia celebrada.

A música deve expressar, de alguma maneira, o mistério deste Deus e a nossa oração a este Deus "hospitaleiro"; nos ritos iniciais, a música deve expressar o Deus que nos reúne e nos prepara para ouvir a sua Palavra e participar da sua Ceia. Na liturgia da Palavra, a música deve expressar o mistério de Deus que fala ao seu povo reunido, e da assembléia que fala para Deus. No ofertório, a música que acompanha a ação litúrgica deve expressar, de alguma maneira, o mistério de Deus que nos reúne em torno à sua mesa para celebrar a Eucaristia e, ao mesmo tempo, o mistério da assembléia que se coloca como oferta para Deus.

Na comunhão, a música deve expressar o mistério de Deus que entra em comunhão conosco, para entrarmos também nós em comunhão uns com os outros, em favor da vida. E assim por diante... Assim sendo, com base nesses critérios emanados pela Igreja na Constituição sobre a Sagrada Liturgia do Vaticano II, aponto a seguir, para os músicos de nossas comunidades, algumas orientações práticas importantes.»


Estas são algumas das palavras do meu colega Frei José Ariovaldo da Silva. Desde já agradeço os esclarecimentos que a todos nos propôs.


Xavier de Sousa Coutinho

terça-feira, 3 de julho de 2007

Uma palavra de amigo

Caros amigos,

Foi a isto que se resumiu a visita do nosso pároco a minha casa, no dia 26 do passado mês de Junho, que me convenceu a voltar para o grupo coral. Uma palavra de amigo diz que não é saíndo, mas sim ficando que se marca a diferença e que se efectua a mudança. Depois de um jantar algo animado e de falarmos de projectos da paróquia, o Pe. António esclareceu-me muitas das minhas duvidas e referiu que é de louvar o cristão que diz ter dúvidas da sua fé. Aquele que duvida demonstra interesse na fé e na busca da verdade. Se queremos seguir o caminho de Jesus temos de ir ao seu encontro em vez de ficarmos na berma a ver a banda passar. O facto de ter passado uma fase de duvida não significa que me afastasse da igreja, continuei a ser cristão activo. Eu não sou a favor do fanatismo religioso. O meu Deus é um Deus que é tolerante, mas exigente, que não se impõe, mas propõem-se, que não castiga, mas avisa, que não exige sacrifícios, mas que me quer ver feliz. Este é o meu Deus, e o Deus de todos os que o querem amar. Estarei de volta ao grupo coral e com todo o empenho cumprirei a minha função.

Boa tarde,
Xavier Coutinho

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Para o Xavier

Caro Xavier:
É com pena minha que fazes essa paragem do grupo coral..mas também penso que deves seguir os teus sentimentos e vou respeitar a tua decisão.
Quero dizer que podes contar comigo para falar e, para procurar esclarecer certas dúvidas, que, no fundo também tenho as minhas (como todos), pois não tirei nenhum curso de teologia nem ciências da religião!
Espero que tudo te corra pelo melhor. Sabes que és benvindo ao Grupo Vozes da Terra!!!Espero ver-te brevemente no grupo coral:)
Beijinhos..
Cristina

Ser Cristão e Católico...

Caros leitores:
Choca-me o facto de tantas pessoas falarem dos outros e apontarem o dedo a quem por nós já fez tanto!Temos que dar valor a todos quantos colaboram e colaboraram para esta paróquia, mesmo aqueles que o fizeram há muito tempo!Todos nós vamos entrando e saindo da paróquia, consoante aquilo que a vida nos exige.O que não se pode perder é o sentido da Igreja e aquilo que ela nos pede através dos Párocos que a representam!
também não podemos descurar o facto de que durante a nossa vida vão surgindo dúvidas sobre diversas questões e não devemos criticar quem as expõe!Se são Cristãos sem dúvidas, por favor, tentem esclarecer quem as tem!(e já agora, obtêm o meu aplauso)
Penso que toda a nossa vida deve ser direccionada para a verdade, para a sinceridade e para o amor pelos outros.Estes três valores trazem toda uma perspectiva de ajuda mútua e colaboração com aqueles que precisam de nós!!!É assim que eu vejo a Igreja Cristã e Católica! Cristã, porque acredita em Cristo e em toda a sua filosofia e Católica porque é virada para os outros, não é individualista!O Coro está a crescer em qualidade e está a aprender a trabalhar como um grupo que gosta de Cantar para Deus..sim, porque a base de todo o trabalho do côro é Ele...sem Deus não fazia sentido cantar louvores e aclamações.
É isto que nós somos, um grupo de louvor que tem que estar unido como se fosse um só corpo!Se uma mão tem um problema, o corpo sofre com isso e o seu instinto é tentar ajudar a mão a movimentar-se, não a estragá-la ainda mais!!!
Meus amigos, é nisto que eu acredito e por este caminho que vou trabalhar para o côro..espero a ajuda de todos para que haja harmonia entre todos.

Atenciosamente,
Cristina

terça-feira, 19 de junho de 2007

Deus humano ou Homem divino?

Caros leitores,

Venho mais uma vez colocar aqui uma das questões que mais tem incomodado a consciência de colegas com os quais convivo e que têm dúvidas de fé tal como eu. Porque é que o homem é capaz de dar a vida, e ao mesmo tempo capaz de a tirar? Isso atribui-lhe um estatuto humano? O homem que dá a vida é humano, porém, o que a tira é tudo menos humano. Será então que o facto de dar e tirar a vida dá ao homem um estatuto divino? Não! De modo algum! Para o homem ser divino teria de ser imortal. Um homem é mortal, e a humanidade? É mortal? Ela regenera-se, altera-se aperfeiçoa-se, transforma o meio em função das suas necessidades, diverge no seu interior, cria valores, difunde-os, enraíza-os, atribui uma origem ilógica aos factos inexplicáveis, é vulnerável a fenómenos e quando estes têm graves repercussões, ela recorre ao abstracto, ao imaginário, ao obscuro para se proteger de algo que teme. Por outro lado, se o fruto proibido estiver directamente ligado á moral sexual, porque razão seria a punição de Adão e Eva (após comerem do fruto proibido) um apenas "ide por todo o mundo, crecei e multiplicai-vos"?
Assim como Deus atribui aos homens a capacidade de se reproduzirem, não será que os deuses também se reproduzem, uma vez que desde as mais antigas civilizações ouvimos falar deles? Seriam estas as questões que colocaria por hoje.

Atentamente,
Xavier Coutinho

sábado, 16 de junho de 2007

Liberdade de Expressão

Caros leitores,

Não admito de forma alguma que seja posto em causa o valor mais importante que temos desde a ditadura Salazarista! Aceito que discordem da minha opinião, mas de forma alguma aceitarei que me impeçam de expôr ao mundo as minhas dúvidas. Caros leitores, a cultura é a maior fonte de liberdade que alguma vez existiu! A própria bíblia é prova disso! Ninguém duvida que a bíblia é o livro do conhecimento, cheia de bons ensinamentos. Mas a verdade é que, depois da tradução e da imprensa, a bíblia tornou-se muito cada vez mais vulgar. Isto deu aos homens a possibilidade de avaliar o conteúdo e ir aperfeiçoando algumas interpretações que até então estariam erradas. Ignorante é aquele que desconhece que a interpretação da bíblia vai sendo actualizada ao longo dos anos. A Igreja já matou inocentes na fogueira... É verdade! Mas não é menos verdade que reconheceu o erro e tentou corrigi-lo! A Igreja já foi corrupta com as bulas, no entanto, depois do surgimento dos protestantes (Martinho Lutero, João Calvino e Henrique VIII) a igreja viu que errou e tentou emendar-se (se bem que ainda não se emendou na totalidade a esse respeito).
O cerne da questão é que: se os homens não pusessem em causa as interpretações que se fazem acerca do Deus que adoram, alguma vez a igreja teria parado a inquisição ou posto fim ás bulas? Não, não teria. Então deixem-me falar! Quero dizer o que penso e o que sinto! Porque só dizendo o que penso e o que sinto é que conseguirei encontrar formas de interpretar a realidade diferentes da minha! Não me contrariem porque de certeza que algumas das minhas duvidas também são vossas. Eu quero encontrar um caminho? E vocês? Preferem ficar na berma a criticar quem passa?

Com os melhores cumprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Despedida em grande com prespectivas de futuro


Caros leitores,

Ontem, dia do Corpo de Deus, dezenas de meninos receberam o sacramento da comunhão. Tratou-se de uma celebração dinâmica, quer no que diz respeito ás intervenções do pároco com a assembleia, quer ás interacções do grupo coral e dos meninos. Neste a música foi dedicada aos mais jovens e a isso se deveu todo o empenho do coro e também dos protagonistas. Foi a minha oficial retirada do grupo coral marcada quer pela qualidade, quer pela quantidade de músicas executadas ao longo da celebração. No final, uma conversa com a Cristina veio esclarecer todos os motivos da minha desistência e surgiram algumas luzes do que se deve fazer para que tudo entre de novo na ordem. A proposta de entrada para o grupo "Vozes da Terra" considero uma prova da amizade e consideração que os membros do grupo têm por mim, pois mesmo discordando da minha decisão, respeitam-na. Desde já refiro que estarei disponível para entrar no grupo dentro de 15 dias e proponho antes mesmo da minha entrada que vou trabalhar e fazer todos os possíveis para que gravemos um CD e o tentemos editar, uma vez que tenho todos os meios para isso.

Um abraço para todos,
Xavier Coutinho

terça-feira, 5 de junho de 2007

Milagre ou Alucinação?

Caros leitores,

A ciência evolui cada vez mais e ao estudar, uma parte dela caminha no sentido de investigar o futuro com inovações tecnológicas de forma a simplificar e prolongar a vida do homem, outra parte tenta compreender e explicar os mistérios do passado, muitos deles relacionados com passagens bíblicas algumas delas consideradas autênticos milagres.
Está cientificamente provado que existem pessoas paralíticas que não se movem, no entanto, quando Jesus disse, "Levanta-te e anda" o paralítico andou. Hoje em dia isso é explicável em alguns casos. Existem paralíticos que não andam, mas que são sonâmbulos e numa fase de observação foram detectados movimentos inconscientes durante a noite, chegando mesmo a sair da cama, levantar-se e deslocar-se para outro local enquanto dormia. Portanto, no caso da passagem bíblica, Jesus foi inequivocamente um excelente orador, bem falante, argumentador e fez um bom trabalho de psicólogo, conseguindo suscitar nas pessoas a força interior para superarem situações difíceis. Foi um homem nascido muito á frente do seu tempo.
O pão da época era feito de trigo. No seio do trigo existe uma semente (aquilo que os mais velhos lhe chamam dente de cão). Essa parte do trigo também era confeccionada para fazer o pão. O que nem toda a gente sabe é que a ingestão em excesso dessa parte do trigo provoca efeitos secundários semelhantes ás histórias de lobisomens. Dá uma força sobrenatural, provoca alucinações, os sintomas são idênticos aos da raiva. O homem baba-se, e agride todos os que dele se aproximam porque perde consciência dos seus actos por completo. Depois do efeito passar não se recorda do mal que fez. Se estes são os efeitos de um consumo exagerado, quais serão os efeitos do consumo de pão de Jesus e dos seus discípulos e de todos os seus antepassados que se inspiraram em algo (quem sabe no dente de cão) para escrever os livros que compõem actualmente a bíblia.

A dúvida como fonte de fé

Caros leitores,

Mesmo depois de anunciar a minha desistência do grupo coral de S. João de Ver decidi vir cá postar algumas questões sobre as quais tenho reflectido. No entanto, tal como os discípulos de Jesus, também eu tenho as minhas dúvidas. E estou certo que uma resposta bem argumentada conseguirá esclarecer-me. Eis algumas das minhas questões para as quais procuro resposta: Como existe Deus se nunca foi visto? Porque está escrito que o homem foi criado á sua imagem e semelhança se o homem é imperfeito e pecador? Se Deus é perfeito, porque colocou o fruto proibido no éden? É verdade que Deus deu a possibilidade a Adão e Eva de seguirem o bem ou o mal e eles optaram por comer do fruto proibido, no entanto, se Deus á perfeito, porque é que lhes deu a opção do mal? Qual é o Deus que ama tanto o seu filho a ponto de o deixar matar pelas mãos dos simples mortais? Porque razão se afirma que Cristo morreu para salvar os homens do pecado se 2000 anos depois continuamos a pecar cada vez mais? Se o Deus é bom e defende a igualdade entre todos, porque é que se considera superior aos homens? Porque diz Jesus: "Se não sois por mim, sois contra mim"? Eu posso não ser a favor, mas também posso não ser contra! Tem de existir um meio termo! Trata-se de bom senso!
Se algum dos leitores encontrar alguma resposta para as minhas questões, por favor respondam-me.

Com os melhores cumprimentos,
Xavier Coutinho

sábado, 2 de junho de 2007

Não é um adeus, é um até sempre...

Caros leitores,

É com tristeza que anuncio em primeira mão neste blog a minha desistência oficial do cargo para o qual me propus trabalhar aquando da minha entrada no grupo coral de S. João de Ver. Desde Outubro de 2005 até hoje (2-6-2007) trabalhei com o maior dos empenhos nesta que foi a paróquia que me viu nascer. No entanto, quando entrei para este cargo foi com o objectivo de mudar para melhor e dinamizar a Eucaristia com uma maior participação da assembleia na celebração. A entrada do padre António como pároco e foi e será sempre um marco histórico muito positivo para a nossa comunidade. A saída do compasso á rua foi o auge do renascer de velhas tradições da freguesia. Quando ouvi anunciado o reinicio das obras da igreja e a compra de um orgão de tubos fiquei absolutamente extasiado! Depois, com a entrada da Cristina para dirigir o grupo coral vi o meu sonho cada vez mais perto de ser realizado. Mais recentemente as coisas têm andado no sentido inverso com problemas internos devido aos cânticos escolhidos para as celebrações. Lamentavelmente foram impostos alguns limites á selecção de cânticos para as Eucaristias e tudo voltou ao início.
Fiquem, caros leitores, a saber que esta mudança não é do meu agrado, pois só mostra que cada vez mais as coisas estão mais na mesma, razão pela qual não me demito (porque não sou remunerado) mas desisto da actividade de organista na paróquia de S. João de Ver com o descontentamento de alguém que vê impedido o seu sonho de ser realizável.
As minhas desculpas a todos os que têm consideração por mim e pela actividade que desempenho. Despeço-me não com um adeus (porque não me vou embora) mas sim com um até sempre porque não deixarei de exercer a minha actividade. Todos aqueles que pretendem ouvir o que realmente sou capaz de fazer terão de dirigir-se uma vez por outra á paróquia de Caldas de S. Jorge onde serei chamado para substituir as faltas da organista da missa de Sábado ás 7:30.

Com os melhores cumprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Relógio pára no ensaio do ontém

Caros colegas,

Como sabem a Cristina faltou ontem ao ensaio, e na sua ausência a Célia (salmista) assumiu a responsabilidade. As coisas correram bem. O ensaio foi bem aproveitado. No entanto este ensaio seria para este fim de semana e também para 5a feira (dia do Corpo de Deus). Demoramos bastante mais do que o previsto. O ensaio começou ás 9:00 e acabou ás 23:40 quando deveria acabar ás 22:30. O Sr. Jalmires de ânimos exaltados não deu espaço sequer para ensaiar a salmista deste fim de semana. Fechou a porta da igreja muito nervoso respondendo de forma dura, mas em parte compreensível, uma vez que Sexta-feira é dia de trabalho. Já fora da igreja, com ar de desânimo a Célia afirmou não voltar a ensaiar na ausência da Cristina. Compreende-se de ambas as partes alguma inquietação, mas esperemos que não seja este um motivo para suscitar querelas no seio do grupo coral. Esperemos que depois da tempestade venha a bonança.

Boa tarde,
Xavier Coutinho

Aniversário da Cristina

Olá pessoal!

Quase me esquecia! Então não é que a Cris fez anos e eu me esqueci de postar! E vocês nem me lembraram! Pois é! A Cristina fez anos e no ensaio da semana passada todo o côro lhe cantou os parabéns! Esta foi uma surpresa que a Cristina não esperava e que tivemos todo o gosto em dar-lhe! (porque não se gastava dinheiro) :-P
Cristina! é fazer o favor de vir cá ao blog outra vez para dizer aos leitores como te sentes com mais um em cima! =D
Agora a sério. Todos te desejamos as maiores felicidades do mundo com muito sucesso em toda a tua vida recheada de coisas boas. Pessoalmente, quando ficares deprimida e pensares que não és o ninguém no mundo, lembra-te que és o mundo de alguém. Quanto mais não seja, já foste um espermatozóide com sucesso no meio de tantos outros! lolix!
Os parabéns também aos teus pais que se deram ao trabalho de te dar a vida (embora não m parece que isso custe muito na fase inicial) e que por acaso não precisam de muita paciência para te aturar porque te portas bem.

Felicidades,
Xavier Coutinho

Uma questão de fé

Caros leitores,

No ensaio de ontem alguns músicos fizeram uma reunião informal. Entre outros temas discutiu-se a fé. Ao contrário do que muitos membros do côro pensaram ser uma bancada de comércio de tremoços, a reunião foi bastante produtiva.
Todos nos sabemos pelas avós ou bisavós (aqueles que ainda as têm) que quando se amassava o pão, a avó fazia uma cruz no pão, rezava, e cobria com as calças do avô para o pão levedar. Aos nossos olhos não tem nada de esquisito. é comum pedir-se a ajuda divina e também é comum cobrir o pão. Mas comecemos por analisar a cruz. Ao fazer uma cruz no pão vão se abrir mais poros para entrar mais oxigénio no interior da massa, logo o pão vai crescer mais. Para além disso o facto de cobrir a massa com as calças do avô tem como base a crença de que assim como o homem fertiliza a mulher e a sua barriga cresce, também o pão deveria crescer. No entanto existe uma explicação racional. O avô trabalhava no campo, portanto as suas calças eram resistentes. Seriam as ideais para fazer o pão levedar porque aumentavam a temperatura no interior da masseira, logo o pão ainda cresceria ainda mais. Havia ainda quem colocasse ao pé do pão a garrafa do vinagre, símbolo da masculinidade do homem. Não pensem no entanto que estou a ser preverso. Esta uma realidade que foi encarada por muitos e por muito tempo como tabú. Estudos deste género foram objecto de censura no Estado novo.
Para além deste tema, falamos de muitos outros no dia de ontem.Aalguns colegas ficaram a conhecer que muitas tradições religiosas tiveram origem e fundamento em festas pagãs. A etnologia é uma ciência que estuda o homem, e que tal como as outras ciências humanas tenta estudar o homem da forma mais objectiva possível. Deste modo, não se pôs em causa a importância dos ensinamentos do livro sagrado, pois todos sabemos que são bons ensinamentos. Pôs-se sim em causa a cristianização de festas pagãs em tudo relacionadas com o pecado original. Relembro que festas como a festa da goma, a festa dos prazeres, a festa dos verdes eram nada mais, nada menos do que festas em que os namorados se encontravam não apenas com o intuito de namorar, mas com objectivos de indole directamente relacionada com a moral sexual.
Para além disto, notamos que o ciclo solar, o ciclo do trigo, e o ciclo da lua influenciam directamente a vida dos humanos, e pela qual a igreja colou em cima dessas festividades o Natal e a Páscoa, assim como muitas outras festas. O exemplo do dia de todos os santos (designado como dia dos finados) marca o um tempo morto, tempo este que corresponde ao tempo de germinação das sementes da terra.
Repare-se também no dia de S. António, o padroeiro dos casamentos. A morfologia da palavra tem origem em athon (trigo), adon (adão), adonae (deus). Repare-se que primeiramente surge a designação do trigo, sendo que o adonae é o suposto Deus que fez com que o trigo produzisse.
O ciclo solar é também marcante nas nossas vidas. O solstício de inverno comemorado mt anteriormente ao nascimento de Cristo e o solstício de verão comemorado com o S. João. A fogueira de S. João cristianizado é nada mais, nada menos do que a presença da luz do sol no seu auge, que surge depois de cristianizada como elemento purificador dos pecados. Antigamente as festas serviam como locais para resolver conflitos. Pancadaria e navalhadas eram frequentes. O povo resolvia as desavenças por si mesmo e no fim deitavam-se os foguetes. Daí o martelo de S. João ser também tradição.As festas eram nada mais nada menos do que mecanismo de controlo social a vários níveis.
Nas festas, existia e existe ainda uma diferenciação da rotina. Este é um tempo de excessos.
As pessoas que vão á festa levam roupas novas, comem e bebem mais que o habitual. Uma comunidade em festa tenta mostrar uma utopia de igualdade entre todos, que depois não se verifica no dia-a-dia. Até mesmo o simples acto das procissões e das bandeiras da festa são encarados do meu ponto de vista como delimitação do território da comunidade, acto que já se faz desde os tempos mais remotos.
Não estou a pôr em causa a existência ou não existência de Deus. Cada cristão terá as suas duvidas certamente, mas nem todos conhecem as origens do mundo rural que existiu em S. João de Ver, assim como em todo o país. Os olhos de José Cutileiro o primeiro etnólogo português, e de Jorge Dias, pai da etnologia portuguesa trariam a todos os crentes e descrentes desta ou outra qualquer religião mais dúvidas.
Sendo que a cultura é fonte de liberdade, considerei que deveria publicar este artigo, não para suscitar duvidas a ninguém, mas para encontrar as respostas de muitos. Não devemos ocultar a origem de uma religião, muito menos privar as pessoas de a conhecerem porque só conhecendo é que podemos considerar-nos realmente integrados numa comunidade.

Com os melhores cumprimentos,
Xavier Coutinho

Violinista de volta á acção!

Caros colegas,

Venho participar em primeira mão o regresso da nossa violinista Isa ao trabalho. É verdade! A isa está de volta! Atenta e empenhada como sempre, não deixou de fazer o seu trabalho no ensaio de ontém e no fim de semana apresentar-se-á em público para mais uma vez preencher o gosto musical dos participantes na eucaristia.

Sê bem vinda de novo,
Xavier Coutinho

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Problemas Com O Livro

Lamento imformar mas o lançamento do meu livro vai ser adiado devido a uma situação fora do meu controlo.
Este acontecimento deu-se na minha aula de matemática com a professora Madalena Alves, quando eu estava a escrever uma parte importante do livro, ela fez questão de me arrancar essa pagina.
Agradeço a vossa compreensão.
O autor
David Pinto

Novidades da semana

Oli! Queria começar por agradecer os beijinhos de parabéns que me deram!!!
Estou pela primeira vez a escrever neste blog..não tenho muito jeito pa estas coisas, mas não podia deixar de desejar as melhoras ao nosso Xavier!!Apesar de ontem ter ficado a tocar orgão sem acordes!!!Ai que me fizeste tanta falta ontem :)Também quero dizer que parace que a nossa Isa vai voltar ao activo! (És muito benvinda!).
Tenham todos uma boa semana e até quinta :)
jinhos
Cristina

domingo, 27 de maio de 2007

"Ó tu que fumas!"

Caro leitor,

É com muito orgulho que dou a conhecer publicamente uma produção do David aqui em pleno blog do grupo coral. Trata-se de um livro de carácter lúdico e educacional que contém uma forte mensagem para os jovens de hoje. Na obra é contada a história de um rapaz que vai entrar na universidade e que tinha uma namorada. Depois de acabarem, ele começa a fumar! Surgem então os amigos como grandes agentes de socialização e tentam ajuda-lo a libertar-se do vicio formando uma banda. Este trabalho ainda não está terminado, no entanto será para breve a sua publicação. Até este momento, o livro preencheu todos os meus critérios. E os seus?

Com o desejo de muito sucesso,
Xavier de Sousa Coutinho

Ausência inexperada

Olá mais uma vez pessoal!

Desde já quero deixar o meu agradecimento, a ti David, e a todos os que me acompanham nesta semana mais difícil. A verdade é que, depois da pequena cirurgia a que fui submetido hoje de manhã, sinto-me me muito melhor. A minha alergia diminuiu significativamente e o tratamento, apesar de custoso, está a valer a pena. Tenho a agradecer ao Dr. Domingos Rodrigues pelo seu papel. Desde já adianto que na próxima semana voltarei ao activo.

Obrigado a todos,
Xavier de Sousa Coutinho

Xavier Coutinho Operado a um Braço

Informamos que o fundador do blog hoje não foi tocar pois foi operado ao braço.


Não foi uma operação perigosa e teve o proposito de uma alerga que Xavier Coutinho teve nesse braço.

Espamos que melhores depressa.

sábado, 12 de maio de 2007

O Sermão da Montanha

Olá colegas!

Este post destaca de novo o nosso pároco em mais uma das suas virtudes - o sermão. Pois é, os sermões do Pe. António estão cada vez mais altos. São autênticos sermões da montanha. Uma montanha que está cada vez mais alta e que apesar disso não se inclina, resistindo aos ventos mais fortes. Frente a todas as marés que correm contra a corrente do rio, o Pe. António diz que não quer "guerrilhas" dentro da igreja, e admite que embora não faça parte da sua personalidade, se tiver de exercer o poder que lhe foi concedido, fá-lo-á sem hesitar!
Apelou á paz como dom e como tarefa dentro e fora da comunidade, a qual deve ser espalhada não como a paz de cada um de nós, mas sim a paz de Cristo. E pediu directamente àqueles que tencionam propôr-se para catequistas que se dignassem ponderar se se encontram em comunhão com Deus. Não se considere de forma alguma que se tratou de uma afirmação do poder paroquial, pois não o foi, tratou-se sim a um apelo à consciência de todos e de cada um para que a paróquia esteja cada vez mais próxima de Deus. Assim nos aproximamos do pedido que Deus nos faz por intermédio do Seu filho: Sede santos como o Pai o é.


Com os melhores cumprimentos,
Xavier Coutinho

Violinista em falta por motivos de saúde...

Olá amigos,

É verdade! A nossa amiga Isa, violinista do grupo coral, tem estado ausente por motivos de saúde. A notícia foi dada ontem pela própria ao fundador do blog. Ao que parece a Isa está com um problema ao nível cerebral. Diz ter um problema no Alfa, o qual está directamente relacionado com a electricidade cerebral. Apesar de ter deixado a escola e os ensaios para permanecer em repouso, a Isa não perderá o ano escolar porque o atestado médico assegura-lhe a passagem de ano lectivo com as notas do 2º período. Publicaremos mais informações sobre o desenvolvimento do caso logo que nos sejam facultados novos dados. Esperamos com ansiedade o regresso da Isa ao activo o mais rapidamente possível.

As melhoras,
Xavier Coutinho

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Quem corre por gosto não cansa!

Amigos,

Ela corre, ela salta ela dança, ela faz de tudo e mais alguma coisa para que o nosso desempenho seja o melhor possível. Quem é ela? É a Cristina, a nossa maestrina! Entrou em Janeiro deste ano para dirigir o grupo coral após um período de turbulências. Passa algumas musicas a computador, transpõe tonalidades para que os instrumentos toquem e as pessoas cantem no tom mais adequado, selecciona musicas alegres e ritmadas, coloca os acordes, ensaia vozes separadas, perde horas no meio das fotocópias, mas tem sempre um sorriso na boca. Trouxe novos instrumentos (7 guitarras, 1 batuque e mais alguns instrumentos de percussão) tornando mais dinâmicas as melodias. Emociona-se de tal modo nos ensaios que até fica a suar, humilde e tolerante, coloca muitas vezes o âmbito do grupo à frente dos seus. Com as novas musicas a assembleia está cada vez mais participativa. A Cristina não se cansa de caminhar, de lutar e de sorrir.

Com o desejo de muito êxito,
Xavier Coutinho

Por muito que o vento sopre...

Caros leitores,

Esta postagem é dedicada ao líder da nossa Paróquia, o Pe António Alves Pinto da Costa, que entrou ao serviço no último trimestre de 2005. Poder-se-á dizer que este é o homem que esta paróquia tanto precisava.
Inconformista e inovador, o Pe António não denuncia apenas o que está mal, mas mostra como se faz bem! Altruísta e divertido tenta sempre incutir nos outros o sentimento de que tudo correrá bem, por muito difícil que seja a situação. Dispõe-se a ajudar da melhor forma aqueles que demonstram realmente precisar da sua ajuda.
Este homem tem uma missão e o pouco tempo que passou desde a sua chegada demonstra, desde já, o seu sucesso. O Compasso saiu á rua com a cruz de porta em porta já no ano passado, deu-se inicio a um novo desafio na vida cristã dos paroquianos com a criação do grupo de leituras para uma melhor compreensão do evangelho (letio divina), a Eucaristia voltou à capela da Sra. da Hora para os idosos que não se podem deslocar à nova igreja, a via sacra voltou á estrada desde a capela da sra. da hora até à Igreja nova, a Paixão de Cristo foi representada em pleno altar na Sexta-feira Santa pelo grupo de teatro, o sonho dos paroquianos está cada vez mais próximo de se concretizar com o continuar das obras da Nova Igreja.
Apesar de todas as tempestades, o Pe António tem demonstrado que por muito que o vento sopre, uma montanha nunca se inclina!

As melhores concretizações,
Xavier Coutinho

Novo organista deixa boa impressão

Camaradas,

A paróquia de S. João de Ver conta agora com novos elementos. A boa vontade de participar na realização da Eucaristia é sem duvida um acto louvável. Deste modo estamos gratos pela presença de mais tenores no côro, bem como pelo novo organista Andrade que se designou ontem a assistir pela primeira vez a um dos nossos ensaios.
Com um ensaio de boa disposição, Andrade ficou a conhecer um pouco do método de trabalho da nossa maestrina Cristina. Andrade refere também que os ensaios não deveriam ser tão longos. "1:30 de ensaio dá para meter muita coisa". Opinião com a qual me identifico na totalidade. No entanto, tendo em conta que a celebração desta semana é especial, uma vez que se trata da comunhão solene, há que ser tolerante.
A boa impressão que Andrade nos deixou caracteriza-se pela humildade e boa disposição, deixando-nos a todos ansiosos por ouvir as suas melodias, o teor dos seus arranjos, e a sua perfeição técnica. Andrade entra oficialmente ao serviço no próximo domingo, dia 12.

Com um desejo do melhor dos sucessos,
Xavier Coutinho

Desejos de Prosperidade

Sejam bem-vindos caros amigos,

Este é o blog do grupo coral da Paróquia de S. João de Ver! Aqui vamos tratar de todos os assuntos que nos dizem directa ou indirectamente respeito no seio da nossa paróquia.
Queremos aqui partilhar musica, conhecimentos e falar sobre temas da actualidade cristã. Esta é uma marca da modernização cada vez maior da nossa paróquia.
O que mais desejo para este blog é prosperidade e acima de tudo liberdade de expressão.

Com os melhores cumprimentos,
Xavier de Sousa Coutinho