Este post destaca de novo o nosso pároco em mais uma das suas virtudes - o sermão. Pois é, os sermões do Pe. António estão cada vez mais altos. São autênticos sermões da montanha. Uma montanha que está cada vez mais alta e que apesar disso não se inclina, resistindo aos ventos mais fortes. Frente a todas as marés que correm contra a corrente do rio, o Pe. António diz que não quer "guerrilhas" dentro da igreja, e admite que embora não faça parte da sua personalidade, se tiver de exercer o poder que lhe foi concedido, fá-lo-á sem hesitar!Apelou á paz como dom e como tarefa dentro e fora da comunidade, a qual deve ser espalhada não como a paz de cada um de nós, mas sim a paz de Cristo. E pediu directamente àqueles que tencionam propôr-se para catequistas que se dignassem ponderar se se encontram em comunhão com Deus. Não se considere de forma alguma que se tratou de uma afirmação do poder paroquial, pois não o foi, tratou-se sim a um apelo à consciência de todos e de cada um para que a paróquia esteja cada vez mais próxima de Deus. Assim nos aproximamos do pedido que Deus nos faz por intermédio do Seu filho: Sede santos como o Pai o é.
Com os melhores cumprimentos,
Xavier Coutinho

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